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<?php
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$books = [
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'bdd' => [
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'title' => 'Banco de dados',
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'prefacio' => <<<EOT
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>Prefácio da quarta edição
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A razão de ser do novo capítulo agregado nesta quarta edição justifica-se, como sempre pediram os leitores, como o que
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faltava para completar o conhecimento e como implementar os bancos de dados nas empresas.
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Conforme vão sendo criadas aplicações corporativas, criam-se também grupos de informações necessárias a cada área de
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negócio, bem como outros modelos paralelos são criados a partir do surgimento das técnicas de Data Warehouse.
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Independentemente do estilo da empresa, as mudanças no contexto de negócio surgem de forma constante e muitas vezes sem
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previsibilidade. Mesmo assim, tais mudanças são conduzidas nas áreas de Tecnologia da Informação (TI) das corporações,
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de modo a satisfazer as necessidades do negócio a partir da construção ou da manutenção das aplicações.
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A Administração de Dados é responsável por desenvolver e gerenciar de modo centralizado as estratégias, os procedimentos
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e as práticas para o processo de gerência dos recursos de dados e aplicativos, incluindo planos para sua definição,
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padronização, organização, proteção e utilização. Segundo o Data Management Body of Knowledge (DMBOK - em português,
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Corpo de Conhecimento em Gerenciamento de Dados), a Administração de Dados, conhecida como Desenvolvimento de Dados,
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visa projetar, implementar e manter soluções para atender às necessidades de dados da organização.
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Com o Capítulo 15, realizamos o fechamento do contexto de projeto e implementação de bancos de dados, com a apresentação
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da última atividade do ciclo de desenvolvimento de bancos de dados, que visa garantir a integridade corporativa e manter
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a consistência dos dados de uma organização.
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A Administração de Dados, por vezes implantada nas empresas de maneira centralizada, deve prezar, além de garantir o uso
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de padrões na modelagem dos sistemas, pela aderência dos modelos de dados das aplicações com o modelo de dados
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corporativo, que rege e disponibiliza as principais fontes de dados para a implementação e a integração das aplicações da
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corporação. Essa responsabilidade deve ser aplicada em todas as frentes de desenvolvimento, o que muitas vezes afeta o
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planejamento das entregas de manutenção dos modelos e faz com que isso se torne uma tarefa extremamente crítica e comple-
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xa de ser gerenciada. Essa complexdade torna as liberações dos artefatos de manipulação dos objetos de banco de dados
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uma arte no planejamento e no controle das versões dos modelos X entregas das aplicações.
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Além de garantir que as mudanças nas aplicações sejam versionadas e atendam às necessidades das entregas de novos proje-
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tos, a equipe de administradores de dados tende a se situar na empresa de maneira centralizada, pois, sem essa centra-
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lização e sem uma governança adequada, os projetos e as manutenções de sustentação das aplicações incorrem sérios riscos
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de conflitos nas versões.
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Na condução do gerenciamento de desenvolvimento de sistemas que prezam pela centralização de administração de dados, o im-
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portante é o bom senso no planejamento das entregas de projetos com amnutenções de sistemas que afetem as estruturas de
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base de dados. Esse bom senso é adquirido ao se envolver constantemente o Administrador de Dados no planejamento e na exe-
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cução dos processos de desenvolvimento das aplicações.
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Esperamos que o capítulo novo e complementar aumente ainda mais a capacitação do nosso leitor em análise, projeto e imple-
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mentações de banco de dados e suas respoectivas aplicações sistêmicas, pois aqui apresentaremos os papéis de cada pro-
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fissional, as técnicas utilizadas na gestão de modelos de dados (banco de dados) e como funciona a gestão de dados pelos
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Administratores de Dados (ADs), distinguindo-se as atividades destes das atividades dos Administradores de Banco de Dados
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(DBAs), funções diferentes, com responsabilidades diferentes, muitas vezes confundidads como sendo uma só.
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O Autor --->
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EOT,
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'chapters' => [
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'1' => [
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'title' => 'Projeto de Banco de Dados',
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'content' => <<<EOT
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>=Projeto de Banco de Dados<=
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> Durante muito tempo, criou-se a ideia de que projetar bancos de dados era uma disciplina com identidade própria, uma
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atividade específica e, até certo ponto, isolada no ciclo de vida de um sistema, que tinha existência própria e podia
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ser realizada a partir de primitivas e conceitos exclusivos da técnica de modelagem de dados.
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Com a evolução das tecnologias de desenvolvimento de aplicações, novas linguagens e, principalmente com o advento da
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orientação a objetos (OO), não mais restrita ao ambiente de programação, mas extensiva às metodologias de análise de
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sistemas, o trabalho de projetar as bases de dados que serão utilizadas por um sistema em desenvolvimento assume, nos
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dias de hoje, caracteristicas que objetivam mixar um projeto orientado a objetos com as necessidades de esse mesmo
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sistema interagir com um banco de dados relacional, constituído por um conjunto de tabelas, que equivale à camada de
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persistência de dados.
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Essa necessidade de mixagem é real pela ausência absoluta de projetos comerciais que utilizam bancos de dados orien-
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tados a objetos que sejam confiáveis a grandes massas de dados, à não popularização desses produtos e aos grandes
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investimentos já realizados em softwares de Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Relacionais existentes no
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mercado nacional e internacional,
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É incontestável a vantagem obtida em um projeto orientado a objetos. Logo, surge a necessidade de uma nova técnica de
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projetar banco de dados, que não é a formatação pura de classes de dados, mas uma interação alta entre o ambiente de
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análise orientada a objetos e a modelagem de dados, que é estritamente necessária à administração de dados da organi-
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zação de Tecnologia da Informação (TI). A utilização de ferramentas para a camada de persistência, como o
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Hybernatem acaba fazendo com que o desenvolvedor deixe de lado a preocupação com as estruturas do banco de dados, bem
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como a preocupação com a qualidade das queries realizadas em uma aplicação.
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Não existem técnicas ou ferramentas quepossibilitem tanto ao Administrador de Dados (DA) quanto ao Administrador de
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Banco de Dados (DBA) realizarem suas funções sobre classes de dados, pois esses mesmos banco de dados relacionais
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atuam e têm todas as suas funcionalidades sobre tabelas relacionais de dados, as quais são hoje de dominio maior dos
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usuários de aplicações.
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Há muito tempo escreve-se sobre modelagem de dados e o processo continua existindo como sempre existiu, porém, oque
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desejamos neste livro é apresentar essas técnicas integradas à análise orientada a objetos, de modo a permitir que
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quem trabalha tanto com OO (orientação a objetos) quanto com análise estruturada tenha domínio de projetos de
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banco de dados eficientes a uma aplicação, seja qual for o ambiente de desenvolvimento em que esteja. Busca-se ainda
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permitir que um projeto totalmente desenvolvido em OO (orientação a objetos) seja facilmente inserido em um ambiente
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de banco de dados relacional, com o mínimo de traumas, e que seja mantida a coerência com os objetos de negócios de
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uma organização.
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EOT
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]
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]
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],
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'cde' => [
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'title' => 'Engenharia eletronica',
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'content' => <<<EOT
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-Modulação e deteção-
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Para que os sinais de rádio tenham uso prático, devem transportar informação. Está é aplica-
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da ao sinal de rádio na parte final do sistema que a produz (transmissor) e é extraída e
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utilizada no extremo que a recebe (receptor).
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EOT
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]
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];
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$selected_book = isset($_GET['livro']) ? $_GET['livro'] : null;
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$selected_chapter = isset($_GET['capitulo']) ? $_GET['capitulo'] : null;
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?>
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<!DOCTYPE html>
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<html lang="pt-BR">
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<head>
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<meta charset="UTF-8">
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<meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">
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<title>Biblioteca Digital</title>
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<style>
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body {
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||||
margin: 0;
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padding: 20px;
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}
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padding: 20px;
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}
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||||
h1, h2 {
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||||
text-align: center;
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}
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text-align: center;
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margin-bottom: 20px;
|
||||
}
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||||
a.button {
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display: inline-block;
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background-color: #333;
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text-decoration: none;
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||||
}
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||||
a.button:hover {
|
||||
background-color: #555;
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||||
}
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||||
pre {
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||||
white-space: pre-wrap;
|
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word-wrap: break-word;
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|
||||
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}
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</style>
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||||
</head>
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||||
<body>
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||||
<div class="container">
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<h1><a href="./akio.php">BIBLIOTECA</a></h1>
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<?php if (!$selected_book): ?>
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<div class="buttons">
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<p>Para acessar o livro que queira ler, clique em um dos botões abaixo:</p>
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<a href="?livro=bdd" class="button">Livro: Banco de Dados</a>
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<a href="?livro=cde" class="button">Livro: Curso de Eletrônica</a>
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</div>
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<?php else: ?>
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<?php if (isset($books[$selected_book])): ?>
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<h2><?php echo $books[$selected_book]['title']; ?></h2>
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<?php if ($selected_chapter && isset($books[$selected_book]['chapters'][$selected_chapter])): ?>
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<h3>Capítulo <?php echo $selected_chapter; ?>: <?php echo $books[$selected_book]['chapters'][$selected_chapter]['title']; ?></h3>
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<pre><?php echo $books[$selected_book]['chapters'][$selected_chapter]['content']; ?></pre>
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||||
<a href="?livro=<?php echo $selected_book; ?>">« Voltar para o prefácio</a>
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||||
<?php else: ?>
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<?php if (isset($books[$selected_book]['prefacio'])): ?>
|
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<pre><?php echo $books[$selected_book]['prefacio']; ?></pre>
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||||
<?php endif; ?>
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||||
<?php if (isset($books[$selected_book]['content'])): ?>
|
||||
<pre><?php echo $books[$selected_book]['content']; ?></pre>
|
||||
<?php endif; ?>
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||||
<?php if (isset($books[$selected_book]['chapters'])): ?>
|
||||
<div class="buttons">
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<h3>Capítulos:</h3>
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||||
<?php foreach ($books[$selected_book]['chapters'] as $chap_num => $chap_data): ?>
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||||
<a href="?livro=<?php echo $selected_book; ?>&capitulo=<?php echo $chap_num; ?>" class="button"><?php echo $chap_data['title']; ?></a>
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||||
<?php endforeach; ?>
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</div>
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||||
<?php endif; ?>
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||||
<?php endif; ?>
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||||
<?php else: ?>
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<p>Livro não encontrado.</p>
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<?php endif; ?>
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||||
<?php endif; ?>
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</div>
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</body>
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</html>
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